Victor Raposo, Pedro Galhoz, João Miguel Fonseca, Luís Custódio e Rui Berton.

ANO DE FORMAÇÃO: 2000.
ÁLBUM: PLASTICA - POP SONGS & ROCK PEOPLE
SINGLES:
“Sleep all Day”; “Honey Honey”; “Baby Gasoline”

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»»»ENTREVISTA:

Música e Festivais: Qual é a origem do nome escolhido?

Plástica: O nome 'PLASTICA' surgiu como hipótese pela plasticidade que contém a sua definição. A sua interpretação reporta-nos para imaginários facilmente associáveis…aquilo que é a sociedade moderna, e como tal, complementa a imagem da banda relativamente aos múltiplos cenários que esta pode querer representar, e reforça a ideia base de nos podermos "transformar", enquanto músicos.

MF: Muito se tem falado da semelhança presente no álbum "Pop Songs & Rock People" com os miticos suede. Acham que de algum modo este factor influenciou a imagem dos Plastica?

P: Aquilo que nós achamos é que já se falou demasiado em relação a esse assunto. Existem coisas muito mais importantes para se falar e ninguém se lembra delas. Nós temos o valor que temos e é disso que gostamos de falar...de nós e da nossa música.

MF: Qual foi a sensação de actuar no palco principal do maior festival de verão português em 2002? (Sudoeste)

P: Foi obviamente uma óptima experiência. Nós já haviamos pisado grandes palcos, alguns até com muito mais público, mas foi mais um excelente momento para a vida da Banda.

MF: A fasquia ficou um bocado mais elevada depois dessa actuação no Sudoeste?

P: A fasquia nunca é demasiado elevada quando se aposta tudo numa carreira. E foi isso que nós fizemos ao longo destes anos, logo, era natural a progressão até aos palcos grandes.

MF: Tanto no single de "Sleep All Day" como no "Pop Songs & Rock People" as capas são um tanto ao quanto alusivas a um misticismo feminino. Querem comentar esse simbolismo?

P: A mulher sempre foi e será o objectivo nº1 do homem, tudo o resto vem depois, e por isso também nas canções ela é constantemente invocada. Faz parte das nossas referências mais natas, e como tal, seja numa montra ou numa cozinha, existe sempre harmonia entre ela, o que a rodeia, nós... tu!

MF: O primeiro álbum cumpriu com as espectativas?

P: Sim. Gravamos com o técnico que escolhemos e com as canções que nós escolhemos. Tivemos três singles que foram extraídos do disco ( “Sleep all Day”; “Honey Honey” e o mítico “Baby Gasoline”), este último já havia sido single antes da saída do álbum, e um air play muito considerável complementado com uma tournée de cerca de cinquenta datas por todo o país, por isso, afirmamos ter cumprido as expectativas.

MF: Qual o tema que deu mais gosto compor?

P: Cada uma das nossas canções é feita com muito empenho por parte de todos. Se alguém não está contente durante o processo de composição, fazemos tudo para ultrapassar esse sentimento, e se ainda assim persistir, é motivo para avançar-mos para outra porque essa não cumpre os requisitos. Criatividade não nos falta, felizmente! Por isso, não temos nenhum tema que nos tenha dado mais gosto compor. Naturalmente que os mais novos, por vezes, dão-nos mais gozo tocar por serem frescos, mas isso é muito subjectivo e nós gostamos de todas as músicas que apresentamos.

MF: Já estão a trabalhar em novo álbum?

P: Sim. Estamos precisamente a compor os útimos temas, para depois fazer a última sessão de pre-produção e então partir para a escolha dos que irão fazer o conteúdo do nosso segundo disco. Estamos a pensar lançar no mês de Fevereiro ou Março. Mas tudo vai depender desta fase final da composição.

MF: Até onde pensam chegar os Plastica?

P:Os PLASTICA pensam chegar ao maior número de pessoas possivel, porque são elas que nos dão a força para continuar a trabalhar. Se a música não chegar às pessoas, que sentido faz o nosso trabalho? Nós acreditamos naquilo que fazemos e já valeu a pena ter olhado nos olhos de tanta gente, que fizemos felizes naqueles momentos únicos que partilhámos nos concertos e pela estrada fora...

MF: Qual a apreciação dos Plastica ao novo Música e Festivais?

P: Damos os parabéns pela ideia, porque no país dos festivais de música (não só festivais de verão), nada melhor que um site alusivo também ao assunto. Penso que é uma ideia que faz todo o sentido, dado a quantidade de informação que existe sobre o assunto, ter tudo reunido num site, parece ser uma mais valia.

MF: Alguma mensagem para os Leitores da Música e Festivas?
P: A música não se faz só com notas, faz-se com 'folhas' também!

 

Na Rede:
http://plastica.clix.pt/
http://www.musicaefestivais.com/

Ricardo Vidal, Música e Festivais.

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